Ostras Especiais Portuguesas
UM POUCO DE HISTÓRIA
Na década de 50, 60 e 70 existiu uma importante actividade económica relacionada com a cultura de Ostras no estuário do Sado e Tejo. No Domínio Publico Marítimo havia um total de 2.394,5 hectares de concessões, onde trabalhavam 4.000 pessoas entre permanentes e sazonais.
Foi atingida uma quota de exportações equivalente a 30.000 toneladas anuais (em ostras de mercado) que a preços actuais corresponderia a um volume de negócios de muitos milhões de euros ano.
A actividade terminou com o desaparecimento das Ostras no estuário do Sado, nos anos 70, tendo ressurgido recentemente.
CONDIÇÕES NATURAIS ÍMPARES
As costas Portuguesas são sem dúvida reconhecidas pela qualidade da água, quer a nível de nutrientes, quer de temperaturas amenas durante todo o ano. Estas condições permitem obter, em cerca de 2 anos, uma ostra de qualidade superior, denominada Spéciale.
Trata-se de uma Ostra de primeira qualidade a todos os níveis, com concha bem formada, nácar homogéneo e duro, nível de recheio superior a 15%, e sabor único, fresco e ligeiramente salgado).
Em 2011, observámos o ressurgimento das Ostras no estuário do Sado e resolvemos investir neste apaixonante negócio, usando métodos actualizados.
SEGURANÇA ALIMENTAR
Antigamente havia muito menos condições e controlo no que respeita a segurança alimentar. Este é um ponto essencial para quem gosta de Ostras, uma vez que as mesmas – tal como o Sushi – são consumidas cruas.
As Ostras da Torre são depuradas durante 48 horas, ou seja, o dobro do tempo aconselhado legalmente, em tanques exclusivos, para não estarem misturadas com quaisquer outros produtos.
Cada embalagem leva a certificação legal da depuração, assegurando que a mesma foi feita e que o consumo é seguro. O consumidor pode assim estar tranquilo relativamente à sua segurança, garantindo a qualidade alimentar.
